I-N-A-C-R-E-D-I-T-Á-V-E-L
O futebol é, de facto, um desporto imprevisível. Veja-se o derby de ontem, por exemplo. Com bilhetes ao preço da chuva, anunciavam-se 50 mil espectadores: apareceram 40 mil. Jogando em casa, esperava-se que os de vermelho dominassem: quem mandou foi o Belenenses. Perante isto, era espectável que o resultado pendesse para os azuis: 4-0 para os comandados do Santos.
Ora são exemplos como este que fazem do futebol um desporto de massas, onde a lógica fica, como a maioria dos de vermelho, em casa. Como é que uma equipa ganha por 4-0 um jogo onde o melhor jogador em campo foi o seu guarda-redes? E não sou eu que o digo. Di-lo a bíblia dos encarnados e disse-o a TSF depois do jogo.
Repare-se nos golos e talvez se perceba a ilógica do resultado de ontem. Um penalty que 98% das vezes não é assinalado, um golo que não acontece em mais lado nenhum (para além da escorregadela do Costinha, repararam que o livre era indirecto e, se não tivesse batido em ninguém, não era válido?) e um último golo marcado de cabeça, de costas para a baliza e em balão!
Agora sim, percebe-se por que o Pai Natal veste de vermelho...
Ora são exemplos como este que fazem do futebol um desporto de massas, onde a lógica fica, como a maioria dos de vermelho, em casa. Como é que uma equipa ganha por 4-0 um jogo onde o melhor jogador em campo foi o seu guarda-redes? E não sou eu que o digo. Di-lo a bíblia dos encarnados e disse-o a TSF depois do jogo.
Repare-se nos golos e talvez se perceba a ilógica do resultado de ontem. Um penalty que 98% das vezes não é assinalado, um golo que não acontece em mais lado nenhum (para além da escorregadela do Costinha, repararam que o livre era indirecto e, se não tivesse batido em ninguém, não era válido?) e um último golo marcado de cabeça, de costas para a baliza e em balão!
Agora sim, percebe-se por que o Pai Natal veste de vermelho...

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