sábado, abril 21, 2007

Vai uma aposta?

Depois do jogo de hoje na Madeira (e da folha disciplinar imaculada dos de vermelho), quem quer apostar que o jogo de amanhã em Alvalade vai terminar com o Liedson ou o Polga (quem sabe até ambos) "amarelados"?

sexta-feira, março 30, 2007

“Se é para o Benfica, então vou a correr!”

Ainda sem confirmar totalmente o acordo com o Benfica, Fábio Coentrão assume que por sua vontade rumava já hoje ao Estádio da Luz, até porque considera que qualquer jogador gostaria de jogar no melhor clube português. Falando à Rádio Linear, o (ainda) jogador do Rio Ave não esconde o que já tinha referido anteriormente – preferência pelo Sporting -, mas... «Quem não gostaria de jogar no melhor clube português? Gosto muito do Sporting, mas vestir a camisola do maior clube do Mundo satisfaz qualquer jogador. Se me chamassem hoje, por mim, ia já hoje, a correr», atirou.

Fonte: A Bola e Record

terça-feira, março 27, 2007

A BBC sabe o que é bom

sexta-feira, março 23, 2007

Carris com nova carreira


Depois da jornada da Bwin Liga, que opôs o F.C.Porto ao Sporting, a Carris decidiu criar uma nova carreira para servir os seus utentes: Alvalade - Ajuda - Benfica.
A nova carreira deverá ser inaugurada já no dia 29 de Abril.

quarta-feira, março 21, 2007

“No Sporting, jogarei com amor à camisola”. É bonito...

Fábio Coentrão, jovem extremo do Rio Ave que muitos apontam como futuro reforço do Sporting, deu uma entrevista ao jornal O JOGO onde, entre outras coisas, assume o seu sportinguismo.

Aqui fica um excerto da mesma.

O Sporting foi o primeiro clube a mostrar interesse na sua aquisição, e considera-o uma aposta já para a próxima temporada. Está ciente disso?
É verdade que foi o primeiro emblema a manifestar interesse em mim, mas agora não sei de mais nada. Estou a demonstrar muito: já marquei quatro golos, faço muitas assistências e sofro muitas grandes penalidades. Ou seja, há motivos para repararem em mim. E, embora tenha idade de júnior, já estou a jogar nos seniores!

É um confesso sportinguista. Como surgiu essa paixão?
Quando comecei a ver futebol e a ouvir as pessoas lá em casa a gritar quando viam jogos, teria eu quatro ou cinco anos. Toda a gente torcia pelo Sporting. Gritavam quando o Sporting marcava e só se falava nisso. Comecei a interiorizar isso: Sporting, Sporting, Sporting... Já gostava, mas ainda nem sabia bem o que era aquilo. Depois, comecei a gostar de outra forma, criando um amor muito grande pelo Sporting. E hoje sou leão.

Essa sinceridade pode prejudicá-lo a nível profissional, em termos de construção de carreira?
Sou o que sou e digo as verdades. Se algum dia for para o Benfica, ou para outro clube, não vou dizer que deixei de ser do Sporting. Isso é impossível. Não digo isto por o Sporting andar atrás de mim. Sou mesmo sportinguista desde pequeno e serei para sempre. Se for jogar noutro clube, representarei o emblema com profissionalismo, mas deixar de gostar do Sporting não deixo.

No Sporting, então, jogaria à antiga, com amor à camisola…
Se for para lá, será assim! É sempre melhor jogar no clube de que se gosta. É como no Rio Ave: não jogo só com as minhas qualidades, mas também com a minha raça. Quando se gosta, sente-se de outra forma. É diferente de quem vai apenas por motivos financeiros. Eu, se for para o Sporting, é óbvio que será também por questões económicas, mas, sobretudo, jogarei com amor à camisola. De qualquer forma, um profissional de futebol, quando vai para um clube, começa a gostar dele e só quer ganhar. Acho que já não se deixa de ir para um clube por se ser de outro. Toda a gente joga com amor à camisola, mas de outra forma. Eu vejo, por exemplo, os brasileiros do Rio Ave, que também sentem o clube e também ficam tristes e chateados quando perdem! Quando perco, é claro que fico irritado e com azia. Estou ali 90 minutos a dar tudo, e se, no fim, não serviu de nada, é claro que fico irritado.

segunda-feira, março 19, 2007

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segunda-feira, março 05, 2007

É o que temos

Esta jornada da SuperLiga deixou a nu o que tem sido esta prova e, pelo que se vê, aquilo que ainda vai ser; a sorte de uns é o azar dos outros, o prejuízo de uns é o benefício de outros.

Enquanto Benfica e Porto ganharam os seus jogos à tangente, com decisões de arbitragem polémicas pelo meio, o Sporting viu-se impedido de conquistar os três pontos. Primeiro por uma decisão incompreensível do árbitro da partida (no caso, do seu auxiliar) e depois por manifesto azar (com alguma falta de pontaria pelo meio).

No lance da expulsão do Liedson, a decisão do árbitro Paulo Costa é, no mínimo, bizarra. É uma espécie de decisão Salomónica que correu mal. Se os jogadores se agarram mutuamente, não teria que haver falta. Se há lugar a cartão para ambos, então no mínimo teria que ser igual para os dois jogadores. Mas não, o árbitro auxiliar entendeu que Liedson agrediu o adversário. Então para quê punir o jogador da União de Leiria com um cartão amarelo? Fica a dúvida e a, mais que certa, ausência de Liedson da partida do Dragão.

Destaco, apesar de tudo, a magnífica exibição de um Sporting a jogar com 10. Moutinho já esgotou todos os adjectivos, Polga esteve intratável, Bueno e Romagnoli não mereciam as substituições e Ricardo parece ter aprendido a dominar as suas saídas aos cruzamentos. Não fora o equívoco (prefiro chamar-lhe assim) daquele árbitro auxiliar e, provavelmente, a já de si excelente partida dos leõezinhos teria sido abrilhantada com golos que valeriam os três pontos.

Mas é este o futebol que temos...