quinta-feira, dezembro 28, 2006
A Sports Illustrated, revista norte-americana dedicada ao desporto e aos prazeres da vida em geral (quem não conhece o seu mítico calendário não merece o ar que respira), elegeu recentemente as 20 atletas mais belas do mundo. Para grande surpresa minha, a Fernanda Ribeiro não faz parte das eleitas (suspeito que terá ficado em 21º lugar), mas a lista não é desagradável de todo. Fiquem com o top 3...
sexta-feira, dezembro 22, 2006
Saem 4 pastéis para a mesa do canto!
Uma vez mais, o Benfica saiu da Luz de barriga cheia. E para quebrar a tradição dos últimos jogos, ontem, em vez de 3, foram 4. Uma autêntica fartazana de golos! Saímos da Luz a abarrotar! Kikin estreou-se com aquele, que pode ser, o seu 1º e último golo com a camisola do glorioso. Tenho pena que tenha que ser assim... Hasta la vista!Com mais estes 3 pontos, conquistados no jogo referente à 1ª jornada do Campeonato, ficamos mais confortáveis, a morder os calos aos répteis de Alvalade e a 8 pontinhos dos outros de lá de cima. Pode ser que com o bom comportamento das últimas jornadas, o Pai Natal se lembre de nós e provoque uns tropeções nos de azul...
I-N-A-C-R-E-D-I-T-Á-V-E-L
O futebol é, de facto, um desporto imprevisível. Veja-se o derby de ontem, por exemplo. Com bilhetes ao preço da chuva, anunciavam-se 50 mil espectadores: apareceram 40 mil. Jogando em casa, esperava-se que os de vermelho dominassem: quem mandou foi o Belenenses. Perante isto, era espectável que o resultado pendesse para os azuis: 4-0 para os comandados do Santos.
Ora são exemplos como este que fazem do futebol um desporto de massas, onde a lógica fica, como a maioria dos de vermelho, em casa. Como é que uma equipa ganha por 4-0 um jogo onde o melhor jogador em campo foi o seu guarda-redes? E não sou eu que o digo. Di-lo a bíblia dos encarnados e disse-o a TSF depois do jogo.
Repare-se nos golos e talvez se perceba a ilógica do resultado de ontem. Um penalty que 98% das vezes não é assinalado, um golo que não acontece em mais lado nenhum (para além da escorregadela do Costinha, repararam que o livre era indirecto e, se não tivesse batido em ninguém, não era válido?) e um último golo marcado de cabeça, de costas para a baliza e em balão!
Agora sim, percebe-se por que o Pai Natal veste de vermelho...
Ora são exemplos como este que fazem do futebol um desporto de massas, onde a lógica fica, como a maioria dos de vermelho, em casa. Como é que uma equipa ganha por 4-0 um jogo onde o melhor jogador em campo foi o seu guarda-redes? E não sou eu que o digo. Di-lo a bíblia dos encarnados e disse-o a TSF depois do jogo.
Repare-se nos golos e talvez se perceba a ilógica do resultado de ontem. Um penalty que 98% das vezes não é assinalado, um golo que não acontece em mais lado nenhum (para além da escorregadela do Costinha, repararam que o livre era indirecto e, se não tivesse batido em ninguém, não era válido?) e um último golo marcado de cabeça, de costas para a baliza e em balão!
Agora sim, percebe-se por que o Pai Natal veste de vermelho...
quinta-feira, dezembro 21, 2006
Recordistas do Guiness ficam em casa
Depois de na última jornada ter sido um dos muitos a enfrentar um frio danado para ver o Sporting defrontar e derrotar o actual 13º classificado da SuperLiga – a Académica – não pude deixar de pensar na capacidade que futebol português ainda tem para me surpreender. Partindo da casualidade dos clubes com mais adeptos terem jogado todos em casa, olhe-se então para o número de espectadores presentes nos respectivos encontros:
Benfica x Setúbal 31.000 espectadores
Porto x Paços de Ferreira 38.000 espectadores
Sporting x Académica 41.000 espectadores
(fonte: jornal A Bola)
Posto isto, eu pergunto: de que valem os recordes do Mundo e arredores (Buraca incluída), quando o apoio à equipa fica entregue às moscas?
Claro que para ir ao estádio é preciso gostar-se e, acima de tudo, acreditar na equipa. Ainda que os resultados nem sempre sejam os desejados...
Talvez por isso, estes factos provem, quanto a mim, duas coisas:
Nem todos os recordes são úteis;
Nem todos os de vermelho são como os que não vão ao MediaMarkt.
Leõezinhos recebem um novo campo de pasto pelo Natal
A criançada de Alvalade tem boas razões para sorrir. Não que tenham conseguido aprender alguma coisa com os grandes, no final da primeira volta do campeonato, mas sim porque como conseguiram dar cabo da relva toda de Alvalade, resolveram escrever uma carta ao Pai Natal. Vai daí, fizeram um choradinho ao avô Franco para lhes dar uma relvinha nova. Resta saber que desculpas é que eles vão agora inventar para justificar o mau futebol que praticam todos os fins-de-semana. Lá diz o ditado, quando o jogador é mau, a culpa é da bola. Neste caso, da relva.
segunda-feira, dezembro 18, 2006
Quem sabe nunca esqueSe

Aí está mais uma prova de que o Levezinho ainda mexe, e de que maneira, com as defesas contrárias. Duas jornadas: três golos, seis pontos. Para quem estaria em crise, não está nada mal. É certo que ainda não está ao nível do Kikin Fonseca (mais conhecido pelo Kikem? – assim mesmo, com ponto de interrogação), que, por esta altura tem para cima de uns 30 minutos jogados na SuperLiga, mas não está nada mal. Parece que afinal, ao contrário do que muitos gostariam, o LiedSon ainda reSolve.
Próximo reforço dos encarnados
Nome: Zé Nando
Idade: A julgar pela ausência de dentes, ou tem muito poucos ou já está próximo da reforma.
Posição: Pelos pontapés que dá na gramática, só pode ser ponta-de-lança.
Principal qualidade: Deixa tudo em campo. Até o cérebro.
quarta-feira, dezembro 13, 2006
Silly season
Depois de um curto período de férias, estou de regresso para constatar que estas duas semanas foram uma espécie de silly season do futebol português. Vejamos a estranha sequência de acontecimentos: o Benfica ganhou ao Sporting; a Carolina escreveu um livro; o Benfica marcou um golo em Old Trafford; o Sporting foi eliminado da UEFA; o José Veiga permaneceu calado.
Olhando para esta aberrante sequência de acontecimentos quase que nos esquecemos de rir das crises de flatulências de Pinto da Costa (que Carolina achou por bem relatar no seu best seller).
Bom, mas pelo menos numa coisa a normalidade parece já estar de novo instalada: na última jornada o Benfica voltou aos resultados condizentes com o seu estatuto.
Olhando para esta aberrante sequência de acontecimentos quase que nos esquecemos de rir das crises de flatulências de Pinto da Costa (que Carolina achou por bem relatar no seu best seller).
Bom, mas pelo menos numa coisa a normalidade parece já estar de novo instalada: na última jornada o Benfica voltou aos resultados condizentes com o seu estatuto.
O golo que calou Old Trafford
Não nos valeu de muito, mas vale sempre a pena recordar o golaço do Nélson em Old Trafford.
Não nos valeu de muito, mas vale sempre a pena recordar o golaço do Nélson em Old Trafford.
quinta-feira, dezembro 07, 2006
quarta-feira, dezembro 06, 2006
terça-feira, dezembro 05, 2006
Santos da casa...
Pois é, um tipo sai do país para uns dias de merecido descanso e a realidade fica logo do avesso... Agora até os de vermelho vão vencer a Alvalade. No entanto, não é nada de preocupante; depois da derrota com o Paços de Ferreira é apenas mais uma escorregadela com uma equipa de 2ª linha. E que poderia nem ter acontecido, caso o início cheio de felicidade dos de vermelho tivesse sido travado com o assinalar de uma justa penalidade cometida pelo Anãozinho sobre o Miguel Garcia. Mas não foi, e depois de todo aquele sufoco, a equipa (des)orientada pelo Santos lá conseguiu mais um golinho típico de equipa que joga em casa de um grande com o intuito de não perder... Enfim, são mais três pontos para ajudar a manter tudo como está do outro lado da 2ª cicular, o que muito me agrada registar. Afinal, não me parece que o Santos da casa vá fazer o milagre de levar aquela equipa ao título...
segunda-feira, dezembro 04, 2006
Soube a pouco
E à 12ª jornada aconteceu o que já se esperava: o Sporting caiu aos pés do glorioso Benfica. A confirmação deu-se logo aos 2 minutos de jogo, quando a um cruzamento de Simão, Ricardo Rocha respondeu de cabeça, para o fundo das redes leoninas. O 0-2 viria pouco depois, quando após boa desmarcação, Simão, isolado, faz um grande golo, sem grandes hipóteses para o guarda-redes Ricardo. E ficámo-nos por aqui, porque, apesar de tudo, a sorte esteve do lado do Sporting. Senão vejamos: um remate indefensável de Miccoli à barra, duas defesas (pelo menos) felizes de Ricardo a remates de Nuno Gomes, para além de muitas outras oportunidades de golo do Benfica. Feitas bem as contas, o 0-2 acaba por ser um resultado um pouco injusto.Destaco ainda a enorme exibição do Nelson, que deixou os defesas do Sporting de olhos em bico, a eficácia (como sempre) de Simão, as boas defesas do Quim, o espírito de iniciativa do pequeno Miccoli, no que toca a rematar à baliza, e a experiência (a que já nos habituámos) de todos os defesas.
O balanço final são mais 3 pontos, conquistados com muita tranquilidade.






